quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Deus não tira férias

Imagine se Deus resolvesse tirar férias... Quem iria cuidar de nós?Imagine se você fosse rezar e ouvisse uma gravação assim: "Desculpe não poder atendê-lo, mas Deus está de férias”. Não dá nem para pensar!!! Ainda bem!!!! Pois Ele nos ama tanto que não dorme nem descansa, muito menos tira férias, mas está o tempo todo ao nosso lado zelando sem parar.
E é verdade, Deus nos quer felizes, e sabe que precisamos daquela pausa, para descansar o corpo, ou às vezes muito mais: a cabeça. Deus sabe que queremos ter lazer junto com nossa família, e proporciona isso para nós! Lazer para as crianças, atividades para os jovens! E para você que só quer dar aquela parada, e não fazer nada, somente
relaxar, Deus também proporciona isso: uma Capela a sua disposição para que esses momentos em que você busca ficar quietinho e em paz,junto Dele.
Postado originalmente em: http://www.juventudeativa.com/
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Um amigo, um altar
Como os altares, as amizades precisam ser construídas
Altar é lugar de sacrifício, lugar onde se oferece uma vítima em holocausto. Os altares sempre são constituídos para esta finalidade, para através de um sacrifício fazer memória dos favores que Deus concedeu.
Um altar precisa ser construído com esforço pessoal e decisão de coração. Ele é memorial, lugar da teofania, da manifestação do amor de Deus. Amizades são altares.
Amizade é oblação, é ir além do que é natural em nós, é tocar o sobrenatural. Da mesma forma que um altar pressupõe um holocausto, uma amizade traz em si o sacrifício. É preciso sacrificar a nós mesmos, nossas falsas verdades, nossos gostos e desejos pessoais. Amizade é altar, é lugar onde se derrama sentimento, lágrimas, sangue, vida. Se esse derramar em sacrifício não acontece, não há altar, não há amizade.
Como os altares, as amizades precisam ser construídas, edificadas com o que há de melhor em cada um. São sentimentos, experiências, valores, sonhos, que como verdadeiras pedras vão se sobrepondo para que ali verdadeiramente aconteça o sacrifício. São pedras que não podem ser tolhidas pelos desejos de nenhuma das partes, pois trazem em si aquilo que é o melhor, o sagrado, o original de Deus em cada um. Lapidá-las para adaptá-las às nossas vontades, aos nossos desejos, significa profaná-las. Eu não posso construir um altar, uma amizade com nada a não ser o que há de mais puro e sagrado. Eu não posso ser verdadeiramente um amigo se eu não levo comigo a originalidade de Deus em mim. Um altar profanado, uma amizade profanada, só tem um destino: a destruição.
Há um valor especial em qualquer coisa que nós mesmos construímos ou ajudamos a construir, ainda mais quando se trata de pessoas. Uma amizade que não traz em si a vontade de ajudar a construir o outro, não manifesta vida, não há significado, não há porque, não há santidade, não há razão de ser. Um altar é santo em razão do que ele significa. Uma amizade que não constrói o outro perdeu o seu sentido, o seu significado, a sua capacidade de sacralizar.
O ato de construir o outro não é fácil, causa dor em ambos, entraves, muito sacrifício mútuo e pessoal. Mas - como foi dito antes - se não há sacrifício, não há altar. Para construir o outro eu preciso derramar o meu sangue, a minha vida, para que a oferta do meu sacrifício seja capaz de trazer à tona o que há de melhor no outro, mesmo que para isso precise doer primeiro em mim. É um ato de oblação, de oferta, que à medida que nos aproxima do altar, nos aproxima do próprio Deus, tornando-nos interiormente livres. Quanto mais sacrifício há em uma amizade, mais liberdade se adquire, mais próximo de Deus se chega. O altar me leva a alcançar a Deus. Se uma amizade não me leva ao Senhor, ela perdeu a essência.
Deus me levou a construir amizades durante a minha vida. Elas são verdadeiros memoriais da visita do Senhor na minha história. São verdadeiros altares onde eu posso me derramar, derramar a minha vida, sacrificar a mim mesmo, ser melhor, crescer na certeza de estar me aproximando cada vez mais de Deus. Se uma oferenda é santificada e apresentada ao Senhor pelo contato com o altar, cada vez que me “derramo” sobre um amigo, sou apresentado mais santo do que poderia ser sozinho. Ninguém se santifica sozinho. Amizades são instrumentos eficazes de Deus para minha santificação.
Deus não colocou somente pessoas em minha vida, me deu amigos, me deu altares onde eu posso perpetuamente me oferecer em holocausto e me sacralizar.
Seu altar,
Renan Félix
renan@geracaophn.com
Seminarista da Comunidade Canção Nova, reside atualmente em Cachoeira Paulista (SP). Outros temas do autor: blog.cancaonova.com/renanfelix
Altar é lugar de sacrifício, lugar onde se oferece uma vítima em holocausto. Os altares sempre são constituídos para esta finalidade, para através de um sacrifício fazer memória dos favores que Deus concedeu.
Um altar precisa ser construído com esforço pessoal e decisão de coração. Ele é memorial, lugar da teofania, da manifestação do amor de Deus. Amizades são altares.
Amizade é oblação, é ir além do que é natural em nós, é tocar o sobrenatural. Da mesma forma que um altar pressupõe um holocausto, uma amizade traz em si o sacrifício. É preciso sacrificar a nós mesmos, nossas falsas verdades, nossos gostos e desejos pessoais. Amizade é altar, é lugar onde se derrama sentimento, lágrimas, sangue, vida. Se esse derramar em sacrifício não acontece, não há altar, não há amizade.
Como os altares, as amizades precisam ser construídas, edificadas com o que há de melhor em cada um. São sentimentos, experiências, valores, sonhos, que como verdadeiras pedras vão se sobrepondo para que ali verdadeiramente aconteça o sacrifício. São pedras que não podem ser tolhidas pelos desejos de nenhuma das partes, pois trazem em si aquilo que é o melhor, o sagrado, o original de Deus em cada um. Lapidá-las para adaptá-las às nossas vontades, aos nossos desejos, significa profaná-las. Eu não posso construir um altar, uma amizade com nada a não ser o que há de mais puro e sagrado. Eu não posso ser verdadeiramente um amigo se eu não levo comigo a originalidade de Deus em mim. Um altar profanado, uma amizade profanada, só tem um destino: a destruição.
Há um valor especial em qualquer coisa que nós mesmos construímos ou ajudamos a construir, ainda mais quando se trata de pessoas. Uma amizade que não traz em si a vontade de ajudar a construir o outro, não manifesta vida, não há significado, não há porque, não há santidade, não há razão de ser. Um altar é santo em razão do que ele significa. Uma amizade que não constrói o outro perdeu o seu sentido, o seu significado, a sua capacidade de sacralizar.
O ato de construir o outro não é fácil, causa dor em ambos, entraves, muito sacrifício mútuo e pessoal. Mas - como foi dito antes - se não há sacrifício, não há altar. Para construir o outro eu preciso derramar o meu sangue, a minha vida, para que a oferta do meu sacrifício seja capaz de trazer à tona o que há de melhor no outro, mesmo que para isso precise doer primeiro em mim. É um ato de oblação, de oferta, que à medida que nos aproxima do altar, nos aproxima do próprio Deus, tornando-nos interiormente livres. Quanto mais sacrifício há em uma amizade, mais liberdade se adquire, mais próximo de Deus se chega. O altar me leva a alcançar a Deus. Se uma amizade não me leva ao Senhor, ela perdeu a essência.
Deus me levou a construir amizades durante a minha vida. Elas são verdadeiros memoriais da visita do Senhor na minha história. São verdadeiros altares onde eu posso me derramar, derramar a minha vida, sacrificar a mim mesmo, ser melhor, crescer na certeza de estar me aproximando cada vez mais de Deus. Se uma oferenda é santificada e apresentada ao Senhor pelo contato com o altar, cada vez que me “derramo” sobre um amigo, sou apresentado mais santo do que poderia ser sozinho. Ninguém se santifica sozinho. Amizades são instrumentos eficazes de Deus para minha santificação.
Deus não colocou somente pessoas em minha vida, me deu amigos, me deu altares onde eu posso perpetuamente me oferecer em holocausto e me sacralizar.
Seu altar,
Renan Félix
renan@geracaophn.com
Seminarista da Comunidade Canção Nova, reside atualmente em Cachoeira Paulista (SP). Outros temas do autor: blog.cancaonova.com/renanfelix
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Ou santos ou nada!
Ou santos ou nada!
Deus tem o direito de nos transformar à Sua imagem. Ele nos deu o Espírito Santo para colocar em nós a Sua santidade. Por isso é preciso sermos "renovados pela transformação espiritual de nossa inteligência" e renunciarmos ao conceito errado de que não merecemos ser santos, que não somos dignos, que isso não é para nós, que não somos capazes. Precisamos cumprir a ordem do Senhor: "Sede santos, pois eu sou santo".
"Ou santos ou nada! Parece algo impossível, mas, ao contrário, no momento em que você permite, a graça acontece. No mundo espiritual é fácil ser santo. Tão fácil quanto conceber um filho. É deixar Deus, pelo Seu Espírito, injetar em nós Sua santidade. Ou renovamos, sem cessar, os sentimentos da nossa alma e assumimos: “Quero ser santo”, como quem rema contra a correnteza deste mundo corrompido, lutando a cada dia para alcançar a santidade, ou somos levados pela enxurrada desse rio sujo e poluído. Precisamos viver “Ou santos ou nada”.
Deus abençoe você!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Deus tem o direito de nos transformar à Sua imagem. Ele nos deu o Espírito Santo para colocar em nós a Sua santidade. Por isso é preciso sermos "renovados pela transformação espiritual de nossa inteligência" e renunciarmos ao conceito errado de que não merecemos ser santos, que não somos dignos, que isso não é para nós, que não somos capazes. Precisamos cumprir a ordem do Senhor: "Sede santos, pois eu sou santo".
"Ou santos ou nada! Parece algo impossível, mas, ao contrário, no momento em que você permite, a graça acontece. No mundo espiritual é fácil ser santo. Tão fácil quanto conceber um filho. É deixar Deus, pelo Seu Espírito, injetar em nós Sua santidade. Ou renovamos, sem cessar, os sentimentos da nossa alma e assumimos: “Quero ser santo”, como quem rema contra a correnteza deste mundo corrompido, lutando a cada dia para alcançar a santidade, ou somos levados pela enxurrada desse rio sujo e poluído. Precisamos viver “Ou santos ou nada”.
Deus abençoe você!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Quero ser santo de calça jeans!
Santo de calça jeans!
Ser jovem é muito bom. É nesta fase da vida que nossos sonhos desabrocham, é nesta fase da vida que queremos mudar tudo e todos.
Uma fase de fazer a diferença!
“A juventude não é apenas um período de vida (…), mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por um idealismo que se abre para o amanhã.” (Joao Paulo II)
Unir minha jovialidade com a certeza de que Deus está comigo é totalmente possível Ele não me tira nada, pelo contrário Ele me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente, e tem a minha história na sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro, e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida. É com esta mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando pra vida.
“Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança!( Bento XVI)”
Não quero ser criança quero crescer! Quero me decidir! Hoje me decido a ser Santo! Santo de calça Jeans.
Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que na verdade são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando seguir em frente e alcançar algo de grande na vida. Algo que me é garantido!
A vida eterna!
Dentre todas as minha decisões! Encontra-se esta:
Quero ser Santo de Calça Jeans.
Quero estar no mundo; e saber saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não quero ser mundano! Sou cristão! Sou Católico! E me decido a amar esta Igreja que é viva e é jovem!
Assumo João Paulo II como meu intercessor e que eu possa anunciar sem medo que Cristo é a única resposta para todas as perguntas do homem
E você, qual a sua decisão?
Post publicado originalmente no blog Revolução Jesus
Ser jovem é muito bom. É nesta fase da vida que nossos sonhos desabrocham, é nesta fase da vida que queremos mudar tudo e todos.
Uma fase de fazer a diferença!
“A juventude não é apenas um período de vida (…), mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por um idealismo que se abre para o amanhã.” (Joao Paulo II)
Unir minha jovialidade com a certeza de que Deus está comigo é totalmente possível Ele não me tira nada, pelo contrário Ele me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente, e tem a minha história na sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro, e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida. É com esta mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando pra vida.
“Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança!( Bento XVI)”
Não quero ser criança quero crescer! Quero me decidir! Hoje me decido a ser Santo! Santo de calça Jeans.
Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que na verdade são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando seguir em frente e alcançar algo de grande na vida. Algo que me é garantido!
A vida eterna!
Dentre todas as minha decisões! Encontra-se esta:
Quero ser Santo de Calça Jeans.
Quero estar no mundo; e saber saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não quero ser mundano! Sou cristão! Sou Católico! E me decido a amar esta Igreja que é viva e é jovem!
Assumo João Paulo II como meu intercessor e que eu possa anunciar sem medo que Cristo é a única resposta para todas as perguntas do homem
E você, qual a sua decisão?
Post publicado originalmente no blog Revolução Jesus
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sábado, 2 de outubro de 2010
Santidade
Precisamos de Santos
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos".
(João Paulo II)
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos".
(João Paulo II)
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Santos
sexta-feira, 23 de abril de 2010
" Fico pensando nas relações humanas e como a nossa vida é corrida e agitada. Como não temos tempo pra olhar dentro dos olhos de uns e de outros, e valorizar o momento, eternizar o instante. Talvez, passamos muito tempo olhando para o nada ou até mesmo olhando os defeitos das pessoas que estão tão próximas de nós mesmos, que esquecemos de olhar o que realmente importa, de olhar o que realmente tem valor, de olhar o que realmente precisa ser olhado. Se fizessemos a experiênicas de olharmos o que necessita ser olhado, creio que poderiamos fazer nova todas as coisas, já que um olhar cura e diz mais que mil pavaras.
Olhar não é apenas fixar os olhos, não é apenas o simples ato de colocar os olhos sobre pessoas e objetos. É muito mais que isso. No olhar, temos uma janela que vai para a alma, temos um espaço no qual raramente penetramos, e que tem-se a possiblidade de chegar ao coração.
Todos nós, sejam homem ou mulheres, sejam crianças ou idosos, necessitam ser olhados. Seria hipocrisia pensar que não necessitamos de olhares de vez em quando, seria mentira afirmar que não queremos ser olhados. Precisamos ser olhados desde o momento em que nascemos, até o momento em que nos despedimos dessa vida.Porém, passamos tanto tempo querendo ser olhados mas nós mesmos não olhamos o que está em volta. É curioso como não olhamos muitas vezes o que está tão perto de nós, já que valorizamos muito mais o olhar daquilo que está distante.
Há pessoas que realizam loucuras pra poder serem vistas, outras que se escondem dos olhos, outras que olham tudo mas não dizem nada, mas a grande verdade é que todos, num momento ou em outro, necessitamos de olhares que nos re-inauguram.
As vezes, esse olhar só pode vir de Deus, só pode vir do alto, só pode vir do Pai.
As vezes, esses olhares não necessitam de palavras bonitas carregadas de sentimentalidade e emotismo, apenas precisam de um instante para serem eternizados"
Wesley Fernandes.
Olhar não é apenas fixar os olhos, não é apenas o simples ato de colocar os olhos sobre pessoas e objetos. É muito mais que isso. No olhar, temos uma janela que vai para a alma, temos um espaço no qual raramente penetramos, e que tem-se a possiblidade de chegar ao coração.
Todos nós, sejam homem ou mulheres, sejam crianças ou idosos, necessitam ser olhados. Seria hipocrisia pensar que não necessitamos de olhares de vez em quando, seria mentira afirmar que não queremos ser olhados. Precisamos ser olhados desde o momento em que nascemos, até o momento em que nos despedimos dessa vida.Porém, passamos tanto tempo querendo ser olhados mas nós mesmos não olhamos o que está em volta. É curioso como não olhamos muitas vezes o que está tão perto de nós, já que valorizamos muito mais o olhar daquilo que está distante.
Há pessoas que realizam loucuras pra poder serem vistas, outras que se escondem dos olhos, outras que olham tudo mas não dizem nada, mas a grande verdade é que todos, num momento ou em outro, necessitamos de olhares que nos re-inauguram.
As vezes, esse olhar só pode vir de Deus, só pode vir do alto, só pode vir do Pai.
As vezes, esses olhares não necessitam de palavras bonitas carregadas de sentimentalidade e emotismo, apenas precisam de um instante para serem eternizados"
Wesley Fernandes.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Não busque a alegria no mundo!
Não busque sua alegria no mundo
“O Senhor é a minha luz e minha salvação, a quem temerei?” ( Sl 27,1).
O Senhor é a nossa salvação, para que ficar alimentando a tristeza e ruminando o que já passou? Você não pode viver assim e muito menos sofrer por algo que ainda não aconteceu.
Não busque sua alegria no mundo; ele oferece inúmeros caminhos: neles nunca você será feliz. Busque a sua alegria em Deus: esta não passa; ela brota do coração, vem do interior e é fruto do Espírito Santo.
Independentemente da situação que estamos vivendo, é certo que vamos encontrar a verdadeira alegria; por isso não faz sentido buscar lembranças que nos fazem mal. Se você ainda não conseguiu se libertar do “vício” de ficar ruminando coisas tristes, problemas, preocupações... dê um basta.
Entregue tudo ao Senhor num verdadeiro abandono e livre-se dessa tortura.
Livro: Combatentes na alegria
“O Senhor é a minha luz e minha salvação, a quem temerei?” ( Sl 27,1).
O Senhor é a nossa salvação, para que ficar alimentando a tristeza e ruminando o que já passou? Você não pode viver assim e muito menos sofrer por algo que ainda não aconteceu.
Não busque sua alegria no mundo; ele oferece inúmeros caminhos: neles nunca você será feliz. Busque a sua alegria em Deus: esta não passa; ela brota do coração, vem do interior e é fruto do Espírito Santo.
Independentemente da situação que estamos vivendo, é certo que vamos encontrar a verdadeira alegria; por isso não faz sentido buscar lembranças que nos fazem mal. Se você ainda não conseguiu se libertar do “vício” de ficar ruminando coisas tristes, problemas, preocupações... dê um basta.
Entregue tudo ao Senhor num verdadeiro abandono e livre-se dessa tortura.
Livro: Combatentes na alegria
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